Chafariz
Construído em pedras, com um fosso a frente. É uma construção antiga e ainda nos dias de hoje é comum ver mulheres lavando roupas em suas águas |
Igreja Matriz de N. Sra. dos Prazeres
Igreja Setecentista, construída pelo capitão José Moura de Oliveira, no século XVIII. Esta igreja conserva bem o estilo das construções barrocas do Vale do Jequitinhonha de meados do século XVIII. Sua estrutura é feita em adobe e madeira. Sua planta é composta de nave, capela-mor e duas sacristias. Em seu interior peças como as imagens de Nsa Sra. dos Prazeres, a de São Miguel e também uma Pietá inacabada, lhe conferem além do aspecto histórico, uma atmosfera religiosa própria. A igreja teve várias restaurações, a última delas foi em 1961. Foi tombada em 1980 pelo IEPHA-MG . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . Galeria de fotos |
Igreja Nossa Senhora do Rosário
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Mais atrativos:
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Pico do Cruzeiro Novo Com uma vista exuberante, de onde podem ser avistadas as cidades de Diamantina, São Gonçalo e outros pontos de Milho Verde, é ponto de visitação obrigatória para quem quer conhecer a região. Localizado no ponto mais alto de Milho Verde situa-se a uma distância de 5 km. É o local onde se realiza a procissão da festa de São Sebastião no mês de Janeiro. O seu cruzeiro é feito de madeira com o eixo vertical medindo 8 metros. |
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Caverna do Lajeado Pertence ao complexo do lajeado, esta pequena caverna apresenta fluxo de água em seu interior nos períodos chuvosos. |
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Serra dos Santos Formação rochosa, que lembra imagens de santos posicionados em linha. Está Localizada a 2 km da cidade. |
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Conhecido
como “chafariz da goiabeira” (nome que faz homenagem a
bela goiabeira que cresceu ao lado do chafariz) fica localizado na área
central de Milho Verde. Tem à sua volta um extenso gramado usado
pelos moradores para estender as roupas ali lavadas. 
Construída
no ponto mais alto da cidade, em uma colina onde se avista um horizonte
cercado de montanhas, esta igrejinha é um dos principais
cartões postais de Milho Verde. A fachada é chanfrada com uma torre
central, ligeiramente elevada, e sua porta possui uma janela encimada rasgada
por inteiro e protegida por balaústres. Sua estrutura é muito simples,
feita a base de madeira e barro, apresentando diversos vãos, de vergas
indicando possíveis reformas feitas ao longo do tempo. Devido as suas
características, atribui-se aos negros livres e escravos da região
a sua edificação no século XIX.

